segunda-feira, 27 de abril de 2015

ELEKTRON

NOME ORIGINAL: ATOM
PAÍS: Estados Unidos da América
CRIADOR(ES): Ben Flinton e Bill O'Connor.
DATA DA CRIAÇÃO: Outubro de 1940.
PRINCIPAIS INIMIGOS: Cyclotron

PODERES:
Ray Palmer pode encolher a tamanhos microscópicos e até subatômicos, mantendo a mesma força que tem em tamanho normal. Ele também pode aumentar sua densidade, ficando extremamente pesado. Esta habilidade combinada com o encolhimento é muito útil para desequilibrar ou tombar oponentes.

FRAQUEZAS: Aparentemente, as mesmas de um ser humano.

HISTÓRICO DO PERSONAGEM: O Eléktron da Era de Prata foi o físico e professor universitário Ray Palmer. Ele confeccionou um cinto a partir do material duma estrela anã branca, que permitia a ele encolher e ter controle sobre seu peso. Desapareceu durante Crise Infinita.


O HERÓI NA MÍDIA: Criado por Ben Flinton e Bill O'Connor, o Átomo original foi Al Pratt, e apareceu pela primeira vez em All-American Comics #19 (outubro de 1940), da All-American Publications. Ray Palmer foi seu sucessor e teve sua primeira publicação em 1961, na revista Showcase #34, tendo como seu principal desenhista Gil Kane.
Assim como o Átomo original, depois dos anos 60 ele não apareceu muito em histórias próprias, atuando mais como participante da Liga da Justiça da América.  Desapareceu na serie Crise Infinita.
Em um episódio da série animada Liga da Justiça Sem Limites, sua patente de capitão é reativada e ele é colocado para lutar com Superman, quando depois de dar muito trabalho e resistir bravamente, acabou sendo derrotado, foi então levado de volta para a Liga da Justiça, para ser tratado. Provando que mesmo tendo controle sobre a energia Solar vermelha, que reduzia consideravelmente os poderes do Superman, ele ainda assim não é páreo para o Kryptoniano.
O herói ainda tem participação na série de TV Arrow, dedicada ao Arqueiro Verde.
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ALGUNS FILMES, ANIMAÇÕES E SERIADOS:
Animações:
           
       - Liga da Justiça Sem Limites – 39  episódios - 2004 a 2006
           
Seriados:
       - Arrow – 3ª Temporada - 2015.

Filmes:
        - Não Tem

Video games:

        -  Injustice: Gods Among Us (2013) - NetherRealm Studios e Warner Brothers Games.


sábado, 25 de abril de 2015

DEMOLIDOR - A SÉRIE

Apenas onze dias depois do lançamento oficial de Demolidor no site, a Netflix anunciou que renovou com a Marvel para uma segunda temporada. A notícia pela qual todos ansiavam, uma vez que o site havia fechado um acordo para cinco séries com uma única temporada, foi confirmada para 2016, ao contrário dos boatos que circulavam sobre a possivel 2ª temporada apenas para 2017.
Demolidor é a primeira do pacote de quatro séries que inclui ainda Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage (marido de Jessica Jones nas HQs). Cada série terá 13 episódios e, ao final, elas darão origem a The Defenders , uma minissérie com os Defensores, reunindo o grupo de personagens urbanos. 
Todos os episódios de DEMOLIDOR já estão disponiveis para os assinantes da Netflix, que tem uma promoção do primeiro mês gratis para os interessados. Vale a pena. Segue a sinopse dos episodios da primeira temporada.

Resumo da 1ª Temporada (2015)
Matt Murdock ficou cego ainda garoto, mas nada o impede de lutar por justiça: de dia como advogado, de noite como o Demolidor.

No círculo (53 Minutos)
O lado vigilante de Murdock e seu trabalho como advogado são desafiados em um caso de homicídio que implica uma organização criminosa.

Fio da Navalha (53 Minutos)
Murdock comete um erro quase fatal ao tentar resgatar um garoto sequestrado. Surge um aliado inusitado.

Camuflagem (52 Minutos)
Murdock e Foggy aceitam um cliente misterioso, mas Murdock está certo de que o caso não é tão simples quanto os fatos levam a crer.

Está no sangue (52 Minutos)
Dois irmãos russos a serviço de Fisk lançam um ataque contra o Demolidor. Fisk segue com seus planos para consolidar seu poder no submundo do crime.

Em chamas (56 Minutos)
Fisk segue com seu plano para destruir Hell’s Kitchen. Murdock e Foggy aceitam defender inquilinos maltratados por seu senhorio.

Condenado (48 Minutos)
O plano de Fisk de controlar Hell’s Kitchen deixa o Demolidor em uma situação difícil. Ben Urich está cada vez mais próximo da verdade.

Bastão (50 Minutos)
Uma figura importante do passado de Murdock pede ajuda para enfrentar um novo inimigo que ameaça Hell’s Kitchen.

Sombras com reflexo (53 Minutos)
Enquanto a missão de Murdock, Foggy e Karen se torna cada vez mais clara, Fisk começa a perder o controle sobre sua batalha por Hell’s Kitchen

E por falar no d....(57 Minutos)
Agora que Fisk está levando vantagem, ficou ainda mais difícil destruí-lo. Enquanto isso, o Demolidor enfrenta seus próprios demônios.

Nelson X Murdock (56 Minutos)
A relação entre Murdock e Foggy é colocada à prova. Um novo inimigo de Fisk aparece em Hell’s Kitchen.

O caminho dos bons (58 Minutos)
Fisk e Murdock enfrentam as consequências do caminho que escolheram. Ben e Karen chegam mais perto da verdade sobre o passado de Fisk.

Pelos que ficam (59 Minutos)
Fisk busca vingança enquanto Karen é assombrada pelos acontecimentos. O Demolidor faz uma descoberta reveladora sobre as finanças de Fisk.

Demolidor (56 Minutos)
No episódio final da temporada, Fisk, Murdock, Foggy e Karen são obrigados a dar sua cartada final.


Fonte: Site: Legião dos Herois (www.legiaodosherois.com.br)
           Site: Netflix (www.netflix.com)
           Site: Omelete (omelete.uol.com.br)


sábado, 18 de abril de 2015

BATMAN vs SUPERMAN - Trailer Oficial

Finalmente chegou o fim da espera. Depois do vazamente de uma versão de má qualidade, a Warner Bros antecipa o lançamento do trailer oficial de Batman vs Superman: A Origem da Justiça, em alta qualidade. O trailer tem cerca de 2:13 minutos de duração e traz uma previa que deixa muitas questões em abertas, respondendo a outras tantas. Nitidamente baseada na graphic novel "O Cavaleiro das Trevas", de Frank Miller, algumas cenas são copias dos quadrinhos. Confira, assistindo ao trailer no link abaixo.
video

segunda-feira, 13 de abril de 2015

AUTORES BRASILEIROS DE TERROR - M.D. AMADO

M. D. Amado é analista de sistemas, mineiro de Belo Horizonte, participou das coletâneas Necrópole: Histórias de Fantasmas (Ed.Alaúde), com o conto "O Fotógrafo"; Paradigmas Vol 1 (Tarja Editorial), com o conto "Um Forte Desejo"; Draculea, o livro secreto dos vampiros (All Print), com o conto "O Velho Vampiro" e Metamorfose: A Fúria dos Lobisomens, com o conto "O Último Baile: Pontos de Vista"
Iniciou-se na Literatura em 2004 e fundou a Editora Estronho anos mais tarde, com o objetivo de incentivar novos escritores a publicar obras sem modismos e com um rico diferencial literário. 
Lançou em outubro de 2009 seu primeiro e-book gratuito com 17 contos de terror e suspense, recheados com ironia e humor negro. Pode ser baixado em: http://www.mdamado.com.br/empadas
É autor do livro de contos “Aos Olhos da Morte”, e participou de várias antologias nacionais de Literatura Fantástica. É também responsável pelo site Estronho e Esquésito, fundado há dezesseis anos com o objetivo de publicar causos e outras curiosidades estranhas, além de disponibilizar espaço para divulgação de textos e livros de autores nacionais.


Suas publicações até o momento são: 
 

 

 

 

 

 

 

2006
 - Necropolis: Histórias de Fantasmas (Alaúde)

2009
 - Empadas e Mortes (Estronho Produções)
 - Metamorfose: A Fúria dos Lobisomens (All Print) – Com outros autores
 - Paradigmas – Volume 1 (Tarja) – Com outros autores
 - Draculea: O Livro Secreto dos Vampiros (All Print) – Com outros autores

2010
 - Aos Olhos da Morte (Editora Literata)
 - À Sombra do Corvo: Poesias Sombrias (Editora Literata)
 - Paradigmas – Volume 4 (Tarja) – Com outros autores
 - Poe 200 Anos (All Print) – Com outros autores
 - Extraneus – Volume 1 (Editora Literata) – Com outros autores
 - UFO: Contos Não identificados (Editora Literata) – com outros autores

2011
 - Extraneus – Volume 2 (Editora Literata) – Com outros autores

2014
 - Tu Frankenstein II (Besourobox) – Com outros autores

(fonte: Skoob e blog “a irmandade”)

Contatos
Facebook: https://www.facebook.com/mdamado

Até o próximo mês com a matéria sobre ANDRÉ VIANCO.

domingo, 12 de abril de 2015

A LITERATURA E O LIVRO NA ERA DIGITAL


            Muitos cometem o equivoco de dizer que o livro e a literatura tiveram seu nascedouro com o advento do papel, mas estão errados. O papel, tal qual aos equipamentos eletrônicos utilizados para armazenar e ler textos nada mais são do que outro tipo de mídia para o mesmo produto.
            Sócrates, o homem mais sábio de todos os tempos (não confundir com o jogador de futebol), era um apreciador da linguagem oral, achava que só o diálogo, a retórica, o discurso e a palavra falada estimulavam o questionamento e a memória, sendo os únicos caminhos a conduzirem ao conhecimento profundo, e consequentemente à sabedoria. Temia que os jovens, com o recurso fácil da escrita e da leitura, deixassem de exercitar a memória e, com a palavra escrita, perdesse o hábito de questionar. O grande filósofo concluiu que a passagem da linguagem oral para a escrita seria uma revolução catastrófica, e ele tinha razão, mas o lado “catastrófico” não veio, permitindo o mais esplendido salto intelectual da civilização ocidental.
            Agora, aproximadamente 2500 anos depois, uma nova revolução bate as nossas portas, e vozes pessimistas reacendem o equivocado pensamento revolucionário de Sócrates. A Era Digital nos expõe uma mudança de fundamento como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquiriu num papiro há quase 3 mil anos antes de Cristo, ou numa folha de papel dos dias atuais, tende a se tornar etérea. Novamente iremos experimentar novidades infinitamente mais praticas.
            Na Era Digital a mudança será radical. O texto em meio digital, mais precisamente o livro, objeto de nossas considerações neste relato, oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diferente. Como diz o professor do Collège de France, e especialista na história do livro, Roger Chartier, a Era Digital nos fará desenvolver uma nova relação com a palavra escrita.
            Por séculos a humanidade transmite conhecimento, depois da argila, do papiro e do pergaminho, no papel. Dos livros manuscritos pelos monges da Idade Média à página térmica utilizada nos aparelhos de fac-símile, sempre fora utilizada a mídia papel.
            Lentamente, durante o século XX, a escrita e leitura passaram a se dar através de telas de vidro – mais precisamente de cristal liquido –, experimentando novas plataformas. Depois vieram os Smartphones, os tablets e os leitores eletrônicos, tais como Kobo, Kindle e Google Play. Desde 2011, a Amazon, uma gigante do mercado varejista on-line, já vende mais livros digitais do que livros impressos, no mercado americano, e desde o começo do ano, começou a atuar fortemente no mercado brasileiro. Desde a invenção dos tipos móveis de Gutenberg que o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa.
            As vantagens são inúmeras, se compararmos o livro digital com o impresso, a começar pelo preço. Até o final do preparo do original para o envio a impressão, os custos são praticamente os mesmos. A diferença está no momento em que a obra é “impressa” na mídia final. 
No papel, o original pronto vai para uma gráfica, onde é impresso, encadernado e embalado, gerando um custo. Pronto, o livro de papel deve ser transportado até os pontos de vendas e entregue aos seus compradores, gerando custo de logística (estoque, transporte e entrega). Na versão eletrônica não existe o custo da gráfica, que é considerável, pois o original se transforma em um arquivo digital, sendo disponibilizado por meio eletrônico, com custo quase que nulo para a editora e livrarias, pois estão excluídos os custos com estoque, transporte e entrega, além de não haver necessidade de “reimpressão”, pois os exemplares eletrônicos são “ilimitados”.
            Mas os defensores dos livros de papel podem alegar que os leitores são muito caros. Esse é um argumento, a primeira vista, correto, mas que não se sustenta se analisarmos com mais cuidado. Um leitor é uma mídia que será comprada para ler e armazenas milhares de livros. Um leitor terá em suas mãos, quem um simples clicar, toda uma biblioteca. Então, sob esta ótica, o leitor possui um custo ínfimo, isso sem contar o fato de que quase toda a população leitora possui ao menos um smartphone, que possuem aplicativos de leitura gratuitos, sendo o único incomodo o tamanho da tela.
            O livro da Era Digital, diferente do livro de papel, também contribui com os profissionais do livro em suas estratégias de mercado e apresentam uma importante ferramenta para que eles conheçam seu cliente. A Amazon, Apple e Google espiam seus leitores, buscando saber quantas paginas leem por dia, o tempo consumido e os títulos preferidos, antecipando tendências.
            Um exemplo de tal feedback é o apresentado pela Barnes & Noble, a maior cadeia de livrarias dos Estados Unidos, que analisando os dados colhidos pelo seu leitor eletrônico, o Nook, descobriu que livros de não ficção são lidos de modo intermitente. Os romances, não. Leitores de policiais são mais rápidos que os de ficção literária.
            O ofício do escritor também passa por uma grande transformação. Existem editoras que já testam os livros digitalmente antes de publica-los na versão de papel. Há, também, a possibilidade do próprio autor publicar seu livro digital, sem a intervenção dos chamados editores, mas isso pode se tornar uma armadilha para o próprio escritor. O professor Robert Darnton, da Universidade Harvard, respeitado historiador cultural, alerta que “O texto no computador fica limpo, organizado, justificado. Fica tão bem que parece dispensar revisão e pode ser despachado com um clique. Frequentemente o é, para desgraça de quem preza a clareza e o estilo.” O que ele quer dizer é que, alguns processos encontrados durante a produção de uma obra são essenciais, tais como, revisão (o corretor ortográfico do Word não é perfeito), diagramação e capa, precisam ter boa qualidade, pois, antes de ser um livro, ele é um produto como outro qualquer e precisa ter uma boa aparência e qualidade. Nunca se escreveu tantos livros, mas, na maioria, com qualidade questionável.
            Os dicionários já estão deixando de serem impressos em papel, pois é mais fácil atualizá-los digitalmente, e na era digital, é muito mais fácil colocar sobre o criado mudo um leitor eletrônico, com milhares de obras, que não possui mais do que poucos milímetros de espessura, afinal, os apartamentos estão cada vez mais se transformando em “apertamentos”.
            Então o livro de papel vai acabar? Bem, com a importância dada a sustentabilidade, é bem provável que ele irá ser reduzido a um numero bem pequeno, com preços elevados, e destinados a colecionadores, tal qual ocorreu com os discos de vinil, mas não creio que irá desaparecer por completo, ao menos até vermos a Enterprise ir “onde nenhum homem jamais esteve”. Quanto a mim, ainda sinto necessidade de sentir aquele cheirinho delicioso do livro de papel.


Por: J. Modesto